“Ramatis retorna à literatura espiritualista e
delimita o perfil doutrinário e ritualista desta religião eminentemente
brasileira fundamentada no Evangelho do Cristo, que em nada se parece com as
práticas mágicas populares e os cultos de origem africana.”
“Em uma recorrência cósmica e temporal da
terceira dimensão, muitos dos que vieram para a Terra há milhares de anos, [1]
ficando alojados nos planos densos da subcrosta umbralina, agora novamente irão
para outro orbe mais atrasado, pois as faixas vibratórias do planeta estão se
alterando irremediavelmente, e isso denota a força da natureza em
transformação. [1] Exilados de outros orbes, que, enquistados na rebeldia
contra a Lei da Evolução, tornaram-se líderes das trevas, ensaiando sempre a
dominação do planeta. Quanto aos repetentes costumeiros da escola primária
terrícola, as hostes espirituais da umbanda intercedem nas sombras, clareando
os charcos trevosos, fazendo ressoar as trombetas de Ogum, que sinalizam a nova
era que vibra no início do terceiro milênio, após o advento do Cristo- Jesus.
Haverá, irremediavelmente, remoções de comunidades umbralinas para outros
orbes, assim como outras chegam, mantendo equilibrados os ciclos e ritmos
cósmicos, particularizados na aura planetária de cada astro por sua frequência
eletromagnética específica.”
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