Alguém comentou:
“Penso que Cristo 'apontou esta demanda' (amar
o próximo) exatamente porque ela não existia.”
COMENTÁRIO DO ANACLETO
Certamente, não existia – e continua não existindo
– amor ao próximo da forma como Jesus pregou. A Lei – o Antigo Testamento –
era: “olho por olho”.
Em Romanos 1,28-32, lê-se:
“Os homens (...) estão cheios de todo tipo de
injustiça, perversidade, avidez e malícia; cheios de inveja, homicídio, rixas,
fraudes e malvadezas; são difamadores, caluniadores, inimigos de Deus,
insolentes, soberbos, fanfarrões, engenhosos no mal, rebeldes para com os pais,
insensatos, desleais, gente sem coração e sem misericórdia. E apesar de
conhecerem o julgamento de Deus, que considera digno de morte quem pratica tais
coisas, eles não só as cometem, mas também aprovam quem se comporta assim.”
Penso, contudo, que Jesus recomendou amar o
próximo porque Ele sabia – conforme a Física Quântica hoje atesta – que “todas
as partes do universo – não podem ser entendidas como entidades isoladas, mas
devem ser definidas através de suas inter-relações” (...) a natureza (...) apresenta-se
como uma teia complicada de relações entre as várias partes de um TODO
UNIFICADO. (CAPRA, 1982).
Fazemos parte de um TODO UNIFICADO (Deus?). E, por isso, Jesus disse “O Pai e eu somos um”?