11/07/2023

BANIR OU NÃO BANIR A BÍBLIA?

Banir ou não banir a Bíblia não é a solução.

A Bíblia se divide em Antigo e Novo Testamento.

Antes do Antigo Testamento não havia pecado, pois não havia nenhuma Lei definindo, por exemplo, que matar era pecado.

O Antigo Testamento é uma Lei que definiu o que é pecado. Se estava na Lei era pecado. Consiste de normas de conduta humana definidas por Moisés e experiências místicas vividas por profetas.

A observância das normas de conduta torna o homem bom, mas não lhe garante ingressar no Reino de Deus aqui na Terra ou em qualquer parte do universo.

O Antigo Testamento foi aperfeiçoado por Jesus Cristo.

Existe uma profunda diferença entre o Antigo e o Novo Testamento.

Com o advento dos verdadeiros ensinamentos de Jesus Cristo, o Antigo Testamento – a Lei – se tornou letra morta (Romanos 7,6). Por exemplo, é impossível matar se você amar o próximo como a si mesmo!

Os verdadeiros ensinamentos de Jesus – todos coerentes com uma verdadeira espiritualidade - são completos.

Antes de Jesus, somente era pecado se constasse especificamente da Lei. Jesus – com seu profundo conhecimento esotérico e sabedor de que temos outros corpos que, depois da morte física, sobrevivem em outros mundos, traçou novas diretrizes.

Nos outros mundos não é somente o ato de matar que é pecado – peca-se também por pensamentos e palavras. Pensar em matar aqui na Terra não compromete nosso corpo físico, mas compromete nossos outros corpos em outros mundos – e, principalmente, a nossa alma!

Essa introdução teve por objetivo mostrar que banir ou simplesmente não banir a Bíblia não é a solução. A solução está nos verdadeiros ensinamentos de Cristo a fim de que possamos viver em paz e felizes aqui na Terra e, quem sabe, em qualquer uma das muitas moradas do Pai.

Mas não basta apenas decorá-los como papagaio; é imprescindível interpretá-los corretamente e colocá-los em prática, pois, conforme está na Introdução da Carta aos Hebreus, “o verdadeiro culto a Deus se realiza através da própria vida” e “o modo de servir a Deus não são ritos religiosos, mas obediência à sua vontade, que se manifestou radicalmente na doação vivida por Jesus até à morte”.

Nada adianta, por exemplo, saber que “todos devem prestar contas de cada palavra inútil que tiverem falado” (Mateus 12,36) e continuar fofocando!

Vou confundir "alhos com bugalhos" - ou não? Se continuarmos insistindo com o catecismo que nos ensinaram na infância e nos omitindo com relação aos verdadeiros ensinamentos esotéricos de Cristo, não deveremos nos surpreender se, dentro de pouco tempo, a Bíblia for jogada no lixo como os prefeitos fizeram – e fazem – com o Estatuto da Cidade.

Dentre outros, os livros abaixo me ajudaram a conhecer e interpretar corretamente os verdadeiros ensinamentos de Cristo:

CARTAS DE CRISTO: A Consciência Crística Manifestada. Almenara Editorial, 2012 - disponível em:

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO: A Ressurreição do Cristo Interior - Comentário Revelador dos Ensinamentos Originais de Jesus" de Paramahansa Yogananda. Editora: Self-Realization Fellowship, 015.