A fala de Eduardo Marinho me leva a refletir, por exemplo, sobre:
“(...) de repente o homem se desligou do Ser Supremo do universo...”.
É impossível o homem REAL – a Centelha Divina - se desligar de Deus. O homem REAL – a Centelha Divina - está para Deus assim como a onda está para o oceano. Quem se desliga de Deus é o ego, ou seja, uma ficção criada pela mente humana. É essa ficção – o ego – que precisa se religar a Deus, isto é, retornar ao Pai.
“(...) é o Jardim de Infância, tem que respeitar...”.
Aqui temos um enorme problema: grande parte dos
jovens não acredita nos dogmas “divinos” ultrapassados pregados pelas religiões,
assim sendo – como a ética e a moral humanas se encontram falidas – eles ficaram
sem um código de conduta – um referencial de vida.