27/03/2015

SEXTA-FEIRA SANTA

Na década de 50, a Sexta-feira Santa era para mim um suplício.

Não podia nadar, pescar, jogar bola, matar passarinho, roubar os quintais, quebrar pedra para ganhar R$ 1,50 e poder ir ao cinema, etc. Não existia TV, não podia ouvir rádio e nem mesmo varrer a casa. Então, na hora da procissão, era um sacrifício altamente depressivo!

Muito mais tarde, abandonei os dogmas das igrejas, mas, sempre, ficava aquela cobrança inconsciente (?) me perturbando. Mesmo depois que havia entendido melhor os verdadeiros ensinamentos de Cristo que, aliás, não têm nada a ver com a maioria das coisas que estão na Bíblia e, principalmente, no Antigo Testamento tão utilizado pelas igrejas.

Nas CARTAS DE CRISTO, Cristo fala da Sexta-feira Santa, e esclarece:
“Vim para dizer que você deve abandonar todo o drama referente à recordação daquele dia [em que Jesus foi crucificado]. Morri – e isso foi, para mim, uma libertação maravilhosa”.

LEIA MAIS
CARTAS DE CRISTO. Carta 3, p. 11-12. Disponível em:
http://www.cartasdecristobrasil.com.br/downloads.php