Na
década de 50, a Sexta-feira Santa era para mim um suplício.
Não
podia nadar, pescar, jogar bola, matar passarinho, roubar os quintais, quebrar
pedra para ganhar R$ 1,50 e poder ir ao cinema, etc. Não existia TV, não podia
ouvir rádio e nem mesmo varrer a casa. Então, na hora da procissão, era um
sacrifício altamente depressivo!
Nas
CARTAS DE CRISTO, Cristo fala da Sexta-feira Santa, e esclarece:
“Vim
para dizer que você deve abandonar todo o drama referente à recordação daquele
dia [em que Jesus foi crucificado]. Morri – e isso foi, para mim, uma
libertação maravilhosa”.
LEIA
MAIS
CARTAS
DE CRISTO. Carta 3, p. 11-12. Disponível em:
http://www.cartasdecristobrasil.com.br/downloads.php