ALGUÉM ME DISSE:
“Você não assiste mais à televisão; tudo bem, pode
até não assistir à televisão, mas você não pode ser ignorante com as coisas, das
notícias do mundo...
RESPONDI:
Aprendi com Stephen Covey (1) que:
As
pessoas PROATIVAS mexem com as coisas que podem modificar (por exemplo, sua
vida particular, sua rua, seu bairro, sua cidade etc.).
As pessoas REATIVAS têm seu foco nas circunstâncias que estão fora do seu controle (por exemplo, problemas do Brasil e do mundo). Ou, por exemplo, com a vida do cantor Alexandre Pires ou se Flávio Dino vai para o STF!
Aprendi também com Anthony Robbins (2), um dos
meus “gurus” da PNL:
“Afaste-se de seminários de papo furado. Você sabe
do que estou falando. Das sessões, onde todos expõem hábitos de trabalho, vida
sexual, status financeiro e tudo mais torna-se distração. Esses tipos de
seminários são como suicídio. Eles envenenam o seu cérebro, fazendo com que
você concentre sua atenção no que as outras pessoas estão fazendo em suas vidas
privadas, em vez do que você pode estar fazendo para intensificar sua
experiência de vida. É fácil cair nesses “seminários”, mas lembre-se de que as
pessoas que o fazem estão meramente tentando se distrair do aborrecimento
criado por sua incapacidade de produzir os resultados que desejam em suas
próprias vidas. Mantenha-se afastado do
lixo da vida. Não cresça em coisas pequenas. Se quiser ser acomodado e
medíocre, passe a vida mexericando sobre quem está dormindo com quem. Se quiser
ser diferente, esteja certo de que você se desafia, se testa, que faz de sua
vida algo especial.”
E procuro seguir a recomendação que São Paulo
fez aos Romanos (3):
“Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente,
a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a
ele, o que é perfeito.”
(1) Stephen R. Os 7 hábitos das pessoas muito eficazes. São Paulo: Editora Best Seller, 1989, p. 89.
(2)
ROBBINS, Anthony. Poder sem limites: o caminho do sucesso pessoal pela Programação
Neurolinguística. 33ª Edição. São Paulo: Best Seller, 1987, p. 353.