As pessoas hoje fazem de quase tudo para serem
felizes: cuidam da alimentação, tomam vitaminas, frequentam academias, “beach
tennis”, capricham no vestuário, etc.
Parafraseando e fazendo uma analogia com o que escreveu Aldous Huxley (1894-1963), “todos esses métodos são bons dentro de suas limitações”.
Entretanto, Huxley salienta: “para
transformação da personalidade radical e permanente” – EU DIGO: PARA SER FELIZ –
“somente um método efetivo foi descoberto – o místico”. Em nosso caso, trata-se
do Caminho de Cristo!
Como trilhar o Caminho de Cristo demanda “grau
de autoabnegação aterrorizante para o ser humano pecador comum”, continuamos criando
momentos de pseudofelicidades na base de bebidas, comidas, sexo, compras,
passeios e, quando a coisa aperta, valendo-nos de Deus e antidepressivos. Até
que a casa caia (a consciência desperta) – aqui na Terra ou no mundo espiritual
– e comecemos a questionar: “Qual o sentido da vida”? “Deus existe”? “Existe
vida após a morte”? “Cultos semanais, orações mecânicas e pequenas caridades
são suficientes para eu ingressar no paraíso celestial”? “Por que Jesus disse
que se eu não me tornar como criança NUNCA entrarei no Reino do Céu”?