Frequentemente me recordo de meus pais por vários motivos.
Às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, recordo-me de minha mãe. Se hoje lhe pedisse que rezasse para um dos candidatos ganhar, ela certamente iria me responder (como sempre fazia quando lhe pedia que rezasse para Deus me ajudar, por exemplo, a passar num concurso): “Rezo para que Deus faça o melhor para o povo brasileiro”!
Minha mãe morreu em agosto de 1989. Até 2000,
eu nada sabia da Bíblia. Antigo e Novo
Testamento para mim nada significavam. Deus, Jesus e Cristo, tudo era embolado,
assim como eram (?) embolados Pai, Filho e Espírito Santo. Meus conhecimentos de
religião e espiritualidade tinham ficado estagnados no catecismo de Miradouro,
da década de 50 – aliás, conforme acontece praticamente com a totalidade das
pessoas!
Hoje me esforço para seguir os ensinamentos de
Jesus Cristo. Assim, quando rezo e medito sobre eleições, recordo-me dos ensinamentos de minha mãe - QUE DEUS FAÇA O MELHOR PARA O POVO BRASILEIRO - e do que se
encontra no Evangelho de Mateus:
“Vocês devem rezar assim: (...) SEJA FEITA A
TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. ” (Mateus 6,9-10).
“(...) pois O PAI DE VOCÊS SABE DO QUE É QUE VOCÊS
PRECISAM, AINDA ANTES QUE VOCÊS FAÇAM O PEDIDO. ” (Mateus 6,7-8).
E, com relação a mim especificamente, reflito
sobre o que São Paulo escreveu aos Romanos (12,2):
“Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas
transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de
Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito. ”