Nada
mudará – de acordo com os anseios e as necessidades da população – enquanto as
cidades continuarem a ser administradas como nos tempos de nossos avós, mesmo
que elejamos, para presidente, governador ou prefeito, Marx, Iacocca, Sócrates,
Buda ou Cristo!
O Governo Federal pode controlar a inflação; a economia (PIB) pode crescer; podem sobrar recursos para obras, saúde e educação; os benefícios sociais podem ser ampliados; mas nada disso resolverá os problemas das cidades que, em última instância, são os problemas que mais diretamente nos afligem! A experiência dos últimos anos comprova tudo isso, ao vivo e em cores.
O Governo Federal pode controlar a inflação; a economia (PIB) pode crescer; podem sobrar recursos para obras, saúde e educação; os benefícios sociais podem ser ampliados; mas nada disso resolverá os problemas das cidades que, em última instância, são os problemas que mais diretamente nos afligem! A experiência dos últimos anos comprova tudo isso, ao vivo e em cores.
Uma das principais diretrizes do Estatuto da Cidade é: “gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano”.
A decisão mais importante, portanto, deve ser:
- começar a participar do processo de gestão municipal – efetivamente, urgentemente, diretamente (participando de audiências e conferências) ou indiretamente (através de Conselhos Municipais, Associações de Moradores de Bairro, OAB, CDL, ACIM, Sindicatos, etc.); ou
- continuar acreditando em Papai Noel, ou seja, que o Messias Aécio ou a Messias Dilma irá planejar, executar e fiscalizar as obras, a moradia, o saneamento, o meio ambiente, a saúde, a educação, o transporte e a segurança dos 5.570 municípios brasileiros!
Para
os que acreditam, também não adianta somente rezar, pois Deus criou um mundo
perfeito e não participou da geração de nossos problemas; assim sendo,
provavelmente deve estar assistindo a tudo e pensando:
Que fiquem com os seus livres-arbítrios e continuem se omitindo (como se omitiram no dia em que fui crucificado!) e fazendo as mesmas besteiras de dois mil atrás, mas, por favor, "me incluam fora disso", porque Eu não coloco cruz nas costas de ninguém!
ESTATUTO DA CIDADE disponível em: