“E
agora, como é que a gente vai fazer?”
O
tema é EDUCAÇÃO – um tema que me preocupa há mais de vinte anos:
Creio
que não conseguiremos avançar utilizando somente os recursos de nossa mente.
Certamente
poderemos evoluir em termos tecnológicos, mas nada que contribua para nossa
felicidade. Ao contrário, é muito provável que continuaremos a nos tornar menos
humanos e mais infelizes.
Entretanto,
no estágio em que nos encontramos, acho muito difícil – quase impossível - as
pessoas abrirem mão de suas crenças, se a maioria, por exemplo, ainda coloca
Jesus, Cristo e Deus – tudo num mesmo saco!
Por
outro lado, as pessoas que abriram mão de suas crenças se consideram ateias ou
agnósticas. Arranjaram outras crenças! Estamos, portanto, tratando da educação – principalmente de adultos
- de ateus, agnósticos e de pessoas que não abrem mão de suas crenças, por mais
absurdas que sejam.
“E
agora, como é que a gente vai fazer”?
Não
acredito em transformações por atacado. A mente – não a essência - das pessoas
pode ser manipulada para pensar e agir de determinada forma, mas nada irá mudar
em sua essência. Muda-se de católico para evangélico ou de “coxinha” para “petralha”,
mas, no fundo, na essência, nada evolui na direção de um amor incondicional.
Temos
que nos tornar como crianças, senão NUNCA entraremos no Reino de Deus – disse Jesus
Cristo (Mateus 18,3). E não se torna como criança somente enchendo a mente de
informações que, no fundo, somente vão dificultar o nosso trabalho de renascer
no espírito!
É
mais fácil ganhar na megassena do que mudar as crenças de alguém –
especialmente as religiosas que nos foram introjetadas há milhares de anos e são
diariamente reforçadas por “fariseus hipócritas e doutores de lei” espalhados
por todo o mundo!
Para
mudar o outro grupo – de ateus e agnósticos - minha sugestão são os livros do
Osho. Que tal começar por “A jornada de ser humano: é possível encontrar a
felicidade real na vida cotidiana?”.